Todo mundo tem um picolé preferido. Geralmente as pessoas preferem os tradicionais, de morango e chocolate; outras preferem os com sabor de fruta, como limão, uva ou graviola. Na verdade, com a variedade de sabores existentes no mercado, tudo ficou bem democrático e cada um pode escolher o que mais lhe apetece.
Vou contar a história de Violeta.
Violeta, desde bem pequena, sempre gostou de picolés, mas so gostava de um sabor: tapioca. Quando Ana já estava adulta e na faculdade, deixaram de fabricar o picolé de tapioca, pois este era pouco vendido e gerava prejuízo aos empresários do ramo. Violeta ficou arrasada, mas percebeu que devia tentar se acostumar e gostar de outros sabores.
E assim foi. Violeta resolveu experimentar inicialmente o picolé de chocolate, que era o que a maioria das pessoas gostava. Gostou na primeira e na segunda vez, mas da terceira em diante, notou que seu gosto era enjoativo demais se repetido muitas vezes. Lembrou-se que isso não ocorria com seu picolé de tapioca. Depois tentou um de fruta, o de limão. Igual com o de chocolate, gostou nas primeiras vezes, mas depois notou que seu gosto cítrico acabava sendo forte demais, o que a deixava com dor de cabeça sempre que terminava um. Mas ainda assim queria experimentar outros, pois achava que se não tinha o seu preferido, teria de se acostumar com outro. Tentou morango, graviola, milho verde, leite condensado e muitos outros. Era sempre a mesma coisa, gostava no começo, mas depois achava enjoativo, ou doce demais, ou artificial demais, ou cítrico demais. Até que, numa tarde normal, de um dia normal, na qual estava na praia, eis que surge um carrinho de picolés, e ela resolve perguntar, só mesmo por perguntar, se tinha o tal picolé de tapioca. Surpreende-se quando vê a resposta afirmativa e pergunta ao vendedor porque ele ainda vendia esse sabor, já que todos os empresários deixaram de fabricar pois gerava prejuízos. Aí o senhor responde: “porque esse também é o meu preferido e eu sempre acreditei que outras pessoas o preferissem também”.
Violeta ficou feliz. Comprou quantos pode e anotou o telefone do vendedor de picolés, pois queria tê-los a mão sempre que tivesse vontade.
Naquele dia, Violeta teve a certeza de que ninguém precisa ter pressa em encontrar ou re-encontrar o picolé certo. Mais cedo ou mais tarde ele aparece. E quando isso ocorre, todo o passado de picolés ruins, cítricos, enjoativos fica pra trás.
Vou contar a história de Violeta.
Violeta, desde bem pequena, sempre gostou de picolés, mas so gostava de um sabor: tapioca. Quando Ana já estava adulta e na faculdade, deixaram de fabricar o picolé de tapioca, pois este era pouco vendido e gerava prejuízo aos empresários do ramo. Violeta ficou arrasada, mas percebeu que devia tentar se acostumar e gostar de outros sabores.
E assim foi. Violeta resolveu experimentar inicialmente o picolé de chocolate, que era o que a maioria das pessoas gostava. Gostou na primeira e na segunda vez, mas da terceira em diante, notou que seu gosto era enjoativo demais se repetido muitas vezes. Lembrou-se que isso não ocorria com seu picolé de tapioca. Depois tentou um de fruta, o de limão. Igual com o de chocolate, gostou nas primeiras vezes, mas depois notou que seu gosto cítrico acabava sendo forte demais, o que a deixava com dor de cabeça sempre que terminava um. Mas ainda assim queria experimentar outros, pois achava que se não tinha o seu preferido, teria de se acostumar com outro. Tentou morango, graviola, milho verde, leite condensado e muitos outros. Era sempre a mesma coisa, gostava no começo, mas depois achava enjoativo, ou doce demais, ou artificial demais, ou cítrico demais. Até que, numa tarde normal, de um dia normal, na qual estava na praia, eis que surge um carrinho de picolés, e ela resolve perguntar, só mesmo por perguntar, se tinha o tal picolé de tapioca. Surpreende-se quando vê a resposta afirmativa e pergunta ao vendedor porque ele ainda vendia esse sabor, já que todos os empresários deixaram de fabricar pois gerava prejuízos. Aí o senhor responde: “porque esse também é o meu preferido e eu sempre acreditei que outras pessoas o preferissem também”.
Violeta ficou feliz. Comprou quantos pode e anotou o telefone do vendedor de picolés, pois queria tê-los a mão sempre que tivesse vontade.
Naquele dia, Violeta teve a certeza de que ninguém precisa ter pressa em encontrar ou re-encontrar o picolé certo. Mais cedo ou mais tarde ele aparece. E quando isso ocorre, todo o passado de picolés ruins, cítricos, enjoativos fica pra trás.
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