Para os que gostam de picolés, todo mundo tem um preferido. Geralmente as pessoas preferem os tradicionais, de morango ou chocolate; outras elegem os de fruta, como limão, uva ou graviola. Na verdade, com a variedade de sabores existentes no mercado, tudo ficou bem democrático e cada um pode escolher o que mais lhe apetece. Há aquele que é o preferido de quase todo mundo, e existe aquele que quase ninguém gosta.
Eu sempre gostei do que a minoria gosta, de modo que o meu favorito é tapioca.As vezes quando passa alguém vendendo picolé num dia de calor escaldante, a vontade de come-lo é tão grande, que mesmo não tendo o nosso sabor preferido, a gente acaba aceitando outro. Claro que nossa primeira opção é o picolé preferido, mas se não tem este sabor, a gente acaba se conformando com outro, que pelo menos vai matar um pouco a vontade de chupar um picolé. E quando a gente acaba o picolé, percebe que teria ficado mais feliz se tivesse esperado passar outro carrinho, porque ai poderíamos comprar o picolé que a gente realmente quer.
Pior mesmo é quando o picolé que a gente mais gosta deixa de ser fabricado. Todo vendedor que passa na praia a gente chama e pergunta pelo nosso sabor preferido. Com a resposta negativa, pedimos outro, e assim a gente vai começando a se acostumar com outros sabores, que na verdade não são os sabores que a gente gostaria de estar experimentando. E essa ilusão dura ate certo tempo, mas a lembrança do sabor preferido sempre nos alcança.
Até que um dia, passa o carrinho com o sabor preferido ou o picolé que não era mais fabricado, passa a ser novamente vendido.E nesse momento então, a gente não consegue entender como conseguiu passar tanto tempo longe daquele sabor, que é a nossa cara e nos faz querer repetir quantas vezes forem possíveis.
Eu sempre gostei do que a minoria gosta, de modo que o meu favorito é tapioca.As vezes quando passa alguém vendendo picolé num dia de calor escaldante, a vontade de come-lo é tão grande, que mesmo não tendo o nosso sabor preferido, a gente acaba aceitando outro. Claro que nossa primeira opção é o picolé preferido, mas se não tem este sabor, a gente acaba se conformando com outro, que pelo menos vai matar um pouco a vontade de chupar um picolé. E quando a gente acaba o picolé, percebe que teria ficado mais feliz se tivesse esperado passar outro carrinho, porque ai poderíamos comprar o picolé que a gente realmente quer.
Pior mesmo é quando o picolé que a gente mais gosta deixa de ser fabricado. Todo vendedor que passa na praia a gente chama e pergunta pelo nosso sabor preferido. Com a resposta negativa, pedimos outro, e assim a gente vai começando a se acostumar com outros sabores, que na verdade não são os sabores que a gente gostaria de estar experimentando. E essa ilusão dura ate certo tempo, mas a lembrança do sabor preferido sempre nos alcança.
Até que um dia, passa o carrinho com o sabor preferido ou o picolé que não era mais fabricado, passa a ser novamente vendido.E nesse momento então, a gente não consegue entender como conseguiu passar tanto tempo longe daquele sabor, que é a nossa cara e nos faz querer repetir quantas vezes forem possíveis.
2 comentários:
A Tati e suas metáforas, sempre perfeitas, que retratam várias coisas ao mesmo tempo. Tu escreve e eu me vejo... é tão bom isso.
E sabe mais, eu fiquei pensativa, muito, sabe porque? pq ainda não sei qual é o meu picolé favorito..
=/
Mas é a lei da vida, um dia eu descubro..
beijo de picolé =P
achei perfeito..
assim como a anônima, eu também me vi nesse texto.
será que isso reflete de alguma forma a história de todos no mundo? haha
mas pra mim só combina metaforicamente, porque quando se trata de picolés sou totalmente adaptável!
inclusive tenho sabores preferidos pro frio, pro calor, pro super calor..
beijo beijo!
Postar um comentário