Embriagada pela química abrasadora, diz:
- Me morde forte, quero que fiquem marcas.
- Para com isso neném, você não pode ficar com marcas.
- Mas eu quero, morde forte!
- Neném...suas amigas vão perceber no trabalho, não posso fazer isso.
- Neném, eu quero, morde!
Eu não conheço essa mulher que aparece quando você está por perto. E ainda me espanto com a versão de mim que se apresenta quando você me toca. Eu não me reconheço nas mãos maliciosas e nem na pele do pescoço que me denuncia com arrepios.
- Me morde forte, quero que fiquem marcas.
- Para com isso neném, você não pode ficar com marcas.
- Mas eu quero, morde forte!
- Neném...suas amigas vão perceber no trabalho, não posso fazer isso.
- Neném, eu quero, morde!
Eu não conheço essa mulher que aparece quando você está por perto. E ainda me espanto com a versão de mim que se apresenta quando você me toca. Eu não me reconheço nas mãos maliciosas e nem na pele do pescoço que me denuncia com arrepios.
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