Depois de ontem, quando subi as escadas de novo sem força, decido, finalmente, por um fim a isso tudo. Mas você me liga logo cedo e pede um beijo de almoço. E eu vou. E no meio do beijo do almoço você me pede um beijo de final de tarde, e eu de novo consinto. E o trabalho me estressa, mas penso em você e sorrio. E você me liga e diz que vem me ver daqui a meia hora. E eu digo sim. E me arrumo. E te espero. E se passa uma hora. E o celular não toca. E eu percebo de novo que não nasci pra isso. Porque isso, é muito pouco. E eu mereço muito. Muito muito e não muito pouco. Só preciso de coragem pra dizer não aos teus beijos bons.
Mas olha só, nesse exato momento o telefone toca. Eu sorrio, aliviada, e vou ao seu encontro. E falo o que eu tinha planejado. E você me surpreende de novo. E a gente comete um sincericídio absurdo. Mas ficamos bem. Com beijos bons. Com mãos suaves e pesadas. Com mordidas gostosas. Com vontade de se ver de novo. Com a certeza de que não há futuro. Mas conformados com o presente que ainda nos traz alegria.
Mas olha só, nesse exato momento o telefone toca. Eu sorrio, aliviada, e vou ao seu encontro. E falo o que eu tinha planejado. E você me surpreende de novo. E a gente comete um sincericídio absurdo. Mas ficamos bem. Com beijos bons. Com mãos suaves e pesadas. Com mordidas gostosas. Com vontade de se ver de novo. Com a certeza de que não há futuro. Mas conformados com o presente que ainda nos traz alegria.
Um comentário:
Enquanto os beijos bons valerem a pena... Vai beijando!
Beijos
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