segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Chorou

Em meio ao trânsito das seis da tarde daquela cidade grande, ela chorou copiosamente. Percebeu que estava sozinha no meio daquela multidão de carros, buzinas e motoristas extremamente mal-educados. Percebeu o quão impotente era diante da situação que acabara de lhe ser apresentada. Pediu a Deus que "quebrasse mais esse galho". E desejou mais que tudo no mundo estar na sua Rua da Jaqueira. Ela queria cuidar e ser cuidada.



Um comentário:

Jullyane Teixeira disse...

Às vezes, em alguma situações, nos dá um desespero sem tamanho, né? Vontade de estar em casa, no colinho da mamãe...
Beijos linda!